Palavras vazias, amargas, frias
Olhares perdidos, sem alma
Talvez o vento mude e seque as lágrimas
A janela aberta foi quebrada
Pedaços de dor
Vestígios de mim
Pode ser que vire
Um dia a cortina cai
Sobe a fumaça negra
Máscaras em múltiplas personalidades
Um doce veneno derrete os lábios
Vermelhos fragmentos do fim.
Laura Camarano – Fevereiro 2012.
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